Rio - Policiais militares do Batalhão de Polícia Florestal e de Meio Ambiente (BPFMA) prenderam cinco suspeitos de tráfico de animais na Feira Livre de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, neste domingo.
Foram apreendidos 41 pássaros, sendo: 1 papagaio, 13 pássaros da espécie pichanchão, 5 canários da terra, 3 maritacas, 3 trinca ferros, 5 sabiás laranjeira, 4 biquinhos de lacre, 2 azulões, 3 sanhaços, 1 saíra e 1 coleiro.
Com os suspeitos também foram encontrados 30 jabutis. Os policiais ainda estão no local e o caso será registrado na 59ª DP (Duque de Caxias).
Fonte: "Jornal O Dia on line"
domingo, 29 de abril de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Apreensão de Balões no dia de São Jorge
Operação mobilizou 30 homens e contou com apoio do Grupamento Aéreo e Marítimo. Baloeiros preferem datas comemorativas, como dias dedicados a santos, como São Jorge
Agentes do Batalhão de Polícia Florestal e de Meio Ambiente (BFMA) apreenderam neste fim de semana 15 balões, muitos deles com mais de 16 metros de comprimento, durante operação em que foram mobilizados 30 homens em oitos viaturas e que contou com apoio de um helicóptero do Grupamento Aéreo e Marítimo (GAM).
Além dos balões, também foi apreendido um botijão de gás e um maçarico. Ninguém foi preso. Segundo o subtenente Mardem Pinto Rodrigues, a ação visou a coibir a ação de baloeiros nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá, além de parte da Baixada Fluminense e da Zona Oeste do Rio.
“ Os baloeiros aproveitam as datas tradicionais do ano e soltam os balões. Costumamos registrar a maior soltura dos balões durante os festejos juninos, fim de ano e nos dias dedicados aos santos, como São Jorge“, informou o policial.
Risco - Nesta segunda-feira, policiais do 12°BPM (Niterói) apreenderam um balão de 10 metros na Serra da Tiririca, na região Oceânica de Niterói. De acordo com os policiais, o balão que teria vindo de Inhaúma, Zona Norte do Rio de Janeiro. O balão estava sem bucha e não causou incêndio.
Agentes do Batalhão de Polícia Florestal e de Meio Ambiente (BFMA) apreenderam neste fim de semana 15 balões, muitos deles com mais de 16 metros de comprimento, durante operação em que foram mobilizados 30 homens em oitos viaturas e que contou com apoio de um helicóptero do Grupamento Aéreo e Marítimo (GAM).
Além dos balões, também foi apreendido um botijão de gás e um maçarico. Ninguém foi preso. Segundo o subtenente Mardem Pinto Rodrigues, a ação visou a coibir a ação de baloeiros nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá, além de parte da Baixada Fluminense e da Zona Oeste do Rio.
“ Os baloeiros aproveitam as datas tradicionais do ano e soltam os balões. Costumamos registrar a maior soltura dos balões durante os festejos juninos, fim de ano e nos dias dedicados aos santos, como São Jorge“, informou o policial.
Risco - Nesta segunda-feira, policiais do 12°BPM (Niterói) apreenderam um balão de 10 metros na Serra da Tiririca, na região Oceânica de Niterói. De acordo com os policiais, o balão que teria vindo de Inhaúma, Zona Norte do Rio de Janeiro. O balão estava sem bucha e não causou incêndio.
Fonte:"Jornal O Fluminense"
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Lixão de Gramacho, na Baixada Fluminense, será fechado definitivamente este mês
Rio - O lixão de Gramacho, no município de Duque de Caxias (Baixada Fluminense), será fechado definitivamente até o dia 23. A informação foi dada pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes. Dessa forma, o fechamento do aterro sanitário, exigido pelo Ministério Público Estadual, será antecipado em quase um mês, já que a licença de operação de Gramacho só expira no dia 5 de junho.
“Na hora em que fecharmos o aterro de Gramacho poderemos começar a pensar na sofisticação da coleta seletiva na capital. Não dá para trabalhar uma coleta seletiva quando se tem um aterro como o de Gramacho poluindo a Baía de Guanabara”, disse Paes.
Atualmente, de 5 a 6 mil toneladas de lixo recolhidas na capital fluminense já são levadas para o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) de Seropédica, também na Baixada Fluminense. Apenas 2 mil toneledas são despejadas diretamente em Gramacho, que fica às margens da Baía de Guanabara. “Será o fim desse crime ambiental que a cidade pratica há cerca de três décadas”, assegurou o prefeito.
As informações são da Agência Brasil
“Na hora em que fecharmos o aterro de Gramacho poderemos começar a pensar na sofisticação da coleta seletiva na capital. Não dá para trabalhar uma coleta seletiva quando se tem um aterro como o de Gramacho poluindo a Baía de Guanabara”, disse Paes.
Atualmente, de 5 a 6 mil toneladas de lixo recolhidas na capital fluminense já são levadas para o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) de Seropédica, também na Baixada Fluminense. Apenas 2 mil toneledas são despejadas diretamente em Gramacho, que fica às margens da Baía de Guanabara. “Será o fim desse crime ambiental que a cidade pratica há cerca de três décadas”, assegurou o prefeito.
As informações são da Agência Brasil
Fonte: "Jornal O Dia"
sexta-feira, 9 de março de 2012
Secretaria de Meio Ambiente também auxilia na ação para coibir a presença de predadores na Serra do Barbosão
Secretaria de Meio Ambiente também auxilia na ação para coibir a presença de predadores na Serra do Barbosão. Extração ilegal de carvão é o maior problema na região verde da cidade
Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), policiais da 70ª DP (Tanguá) e do 35ª BPM (Itaboraí) realizaram uma grande operação conjunta, na Serra do Barbosão, em Tanguá, na última semana.
A ação para vistoriar e coibir crimes ambientais contou com o apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Tanguá.
A fiscalização foi realizada por três equipes em terra e uma equipe sobrevoando a área, com apoio do helicóptero da Polícia Militar.
Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, Fábio Gil Felga, a prática de extração vegetal e produção ilegal de carvão são comuns em áreas como a Serra do Barbosão.
“A fiscalização deve ser permanente! Criamos uma rigorosa rotina de inspeções, onde identificamos queimadas, desmatamentos e outras ações ilegais. Esse monitoramento nos permite agir de imediato em situações que ameaçam o meio ambiente”, explicou.
População deve e pode ajudar- Ainda de acordo com Felga, a população tem papel importante no combate ao crime ambiental e na luta pela preservação. “Peço que as pessoas denunciem qualquer indício de ilegalidade. A Serra do Barbosão é uma Área de Proteção e precisa ter amparo contra degradação e contra qualquer atividade que possa causar impactos ambientais”.
Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), policiais da 70ª DP (Tanguá) e do 35ª BPM (Itaboraí) realizaram uma grande operação conjunta, na Serra do Barbosão, em Tanguá, na última semana.
A ação para vistoriar e coibir crimes ambientais contou com o apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura de Tanguá.
A fiscalização foi realizada por três equipes em terra e uma equipe sobrevoando a área, com apoio do helicóptero da Polícia Militar.
Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, Fábio Gil Felga, a prática de extração vegetal e produção ilegal de carvão são comuns em áreas como a Serra do Barbosão.
“A fiscalização deve ser permanente! Criamos uma rigorosa rotina de inspeções, onde identificamos queimadas, desmatamentos e outras ações ilegais. Esse monitoramento nos permite agir de imediato em situações que ameaçam o meio ambiente”, explicou.
População deve e pode ajudar- Ainda de acordo com Felga, a população tem papel importante no combate ao crime ambiental e na luta pela preservação. “Peço que as pessoas denunciem qualquer indício de ilegalidade. A Serra do Barbosão é uma Área de Proteção e precisa ter amparo contra degradação e contra qualquer atividade que possa causar impactos ambientais”.
Fonte: Jornal O Fluminense
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Operação na Baía contra a pesca da sardinha
Com o apoio de um helicóptero, agentes da Coordenadoria de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), da Secretaria de Estado do Ambiente, deflagraram nesta quarta-feira (25) blitz na Baía de Guanabara para combater a pesca ilegal da sardinha no período de defeso. Ao todo, 12 embarcações foram vistoriadas – sendo uma traineira apreendida e seu proprietário, multado.
A blitz teve o apoio do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Batalhão de Polícia Florestal e do Grupamento Aeromarítimo da Polícia Militar (GAM). O cerco foi feito por ar e pelo mar. No início da manhã, o helicóptero do Inea fez um sobrevoo na Baía de Guanabara para checar embarcações que estivessem pescando em suas águas. Em seguida, equipes de fiscais em lanchas do GAM fizeram um cerco às embarcações. ...
A blitz teve o apoio do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Batalhão de Polícia Florestal e do Grupamento Aeromarítimo da Polícia Militar (GAM). O cerco foi feito por ar e pelo mar. No início da manhã, o helicóptero do Inea fez um sobrevoo na Baía de Guanabara para checar embarcações que estivessem pescando em suas águas. Em seguida, equipes de fiscais em lanchas do GAM fizeram um cerco às embarcações. ...
Fonte:"Jornal O Fluminense"
Inea concede licença para aterro do Anaia
A presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, concedeu licença de instalação para o aterro sanitário de São Gonçalo. O Centro de Tratamento de Resíduos de Alcântara, localizado no Anaia Pequeno, tem área de 1,7 milhão de metros quadrados e capacidade para receber 2,4 mil toneladas de resíduos por dia. O aterro é operado pela empresa Haztec, por concessão da Prefeitura, e tem vida útil de 15 anos, com investimento de cerca de R$ 10 milhões. Além de São Gonçalo, o aterro poderá receber também resíduos de Maricá e parte de Niterói. ...
Fonte: "Jornal O São Gonçalo
domingo, 22 de janeiro de 2012
Polícia, prefeitura e estado montam força-tarefa para controlar feira de Caxias
POR GERALDO PERELO
Fonte: "Jornal O Dia"
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Rio - Apontada como maior centro de comércio ilegal de animais silvestres a céu aberto do País, a feira livre de Duque de Caxias, no bairro 25 de Agosto, vai, finalmente, ganhar um posto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O objetivo é fechar o cerco aos traficantes, inclusive internacionais, que, aos domingos, negociam animais da fauna brasileira, muitos em risco de extinção.
A força-tarefa envolve outros órgãos ambientais, municipais e estaduais, como o Batalhão de Polícia Florestal (BPFMA), a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea).
Segundo o secretário de Meio Ambiente de Caxias, Samuel Maia, agentes, com binóculos e radiotransmissores, vão controlar a feira, do alto de uma cabine, para tentar identificar traficantes. E entrar em contato com agentes infiltrados na feira.
Maia explica que a decisão de criar a força-tarefa surgiu devido à constatação de que a feira livre de Caxias ganhou fama internacional. “Foi quando o prefeito Zito criou o programa Tolerância Zero para coibir a comercialização de animais”, explica.
Nos últimos dois anos, o Batalhão Florestal prendeu, no Estado do Rio, 1.210 pessoas por crime ambiental. No período foram apreendidos 9.145 animais, dos quais 5.808 em 2011.
A maioria das ações ocorreu nas feiras de Caxias, Alcântara, Neves, Honório Gurgel e Campo Grande. Havia desde coleiro a mico-leão dourado, além de tartarugas-d’água e araras.
O comandante do batalhão, tenente-coronel André Vidal, disse que a maioria dos animais é trazida de estados do Nordeste e chega às feiras estressada, debilitada e, em muitos casos, dopada e cega. Ele contou que pelo menos 50% não resistem aos maus-tratos e morrem antes de chegar ao Centro de Triagem de Animais Silvestres, em Seropédica.
Hábito incentiva criminosos
Para o superintendente do Ibama, Adilson Gil, a cultura da compra de animais silvestre por parte da população ainda é o grande entrave para o fim da ação dos traficantes.
Ele lembra que há pessoas que acham normal ter em casa um papagaio ou outra espécie qualquer. “Essa questão tem que ser combatida. Se alguém quer ter um animal, que seja um gato ou um cão; jamais um animal silvestre”.
Gil cita, como exemplo da ação dos traficantes, a apreensão, no domingo passado, de um filhote de carcará na feira de Duque de Caxias. “Temos que acabar com as quadrilhas. Para isso, quanto mais órgãos ambientais agindo, melhor”, diz o superintendente.
Cerco aos traficantes de animais começou em 2008
Foi a partir da feira de Duque de Caxias que a regional da Polícia Federal em Nova Iguaçu e o Ministério Público Federal desencadearam, em 2008, a Operação Oxossi. Ela foi responsável pela prisão preventiva de 103 suspeitos de tráfico de animais, incluindo estrangeiros.
Os federais descobriram que os bichos eram levados também para Portugal, Suécia, Alemanha e República Tcheca. A ação, comandada pelo delegado Alexandre Saraiva, e resultou, em agosto de 2011, na condenação,pela Justiça Federal, a dez anos de cadeia, do theco Tomas Novotny, pelos crimes de receptação e contrabando internacional de animais silvestres e formação de quadrilha.
A operação, que chegou a mobilizar 450 agentes em oito estados, além do Rio de Janeiro, prendeu também quatro policiais militares e empregados de empresas de ônibus que transportavam os animais em compartimentos de cargas dos veículos.
Saraiva lembrou que os acusados usavam formas cruéis de captura e transporte, além de confinar centenas de animais em pequenas caixas. E, quando percebiam que seriam alvos de fiscalização, os criminosos se livravam dos animais mutilando suas asas ou dando descarga.
Foram interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça que apontaram a feira de Duque de Caxias como um dos principais pontos de venda de animais silvestres do País. Segundo as investigações, os animais eram capturados no Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, e nos estados de Pará, Bahia, Minas Gerais, Paraná e São Paulo.
Clube em Imbariê preserva os curiós.
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Idealizador da Casa do Curió, no distrito de Imbariê, em Duque de Caxias, onde cria 20 fêmeas e dez machos reprodutores, Alexandre Toscano da Silva, 41 anos, caminha em direção oposta à dos traficantes de animais silvestres.
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Autorizado pelo Ibama, desde 2003, ele mantém um criadouro, dotado de maternidade e berçário, em busca da preservação da mais alta linhagem. “Com a simples tarefa de tratar das gaiolas dos curiós da criação do meu pai, aprendi a ter responsabilidade”, conta.
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Ele frisa que seu desejo é despertar nas pessoas a consciência para a necessidade da preservação do curió. Segundo ele, o pássaro faz parte da cultura do país e sofre com a degradação de seu habitat natural..
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Criador precisa se cadastrar.
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Alexandre Toscano explica que o primeiro passo para ser criador legal é o Cadastro Técnico Federal (CTF), que dá direito ao certificado de passeriforme e às anilhas, espécie de certidão. Nelas, consta a data de nascimento, além dos nomes do animal, de seus pais e avós.
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O cadastro para criação amadora é obtido pela Internet, no portal do Ibama. Depois, o interessado deve procurar o órgão para homologação. “A partir daí, o criador deve procurar o pássaro, que precisa ter a procedência legal e receber a anilha com até sete dias de nascido”, explica Toscano, lembrando que carteirinhas de clubes e federações não servem para a fiscalização..
A força-tarefa envolve outros órgãos ambientais, municipais e estaduais, como o Batalhão de Polícia Florestal (BPFMA), a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea).
Segundo o secretário de Meio Ambiente de Caxias, Samuel Maia, agentes, com binóculos e radiotransmissores, vão controlar a feira, do alto de uma cabine, para tentar identificar traficantes. E entrar em contato com agentes infiltrados na feira.
Maia explica que a decisão de criar a força-tarefa surgiu devido à constatação de que a feira livre de Caxias ganhou fama internacional. “Foi quando o prefeito Zito criou o programa Tolerância Zero para coibir a comercialização de animais”, explica.
Nos últimos dois anos, o Batalhão Florestal prendeu, no Estado do Rio, 1.210 pessoas por crime ambiental. No período foram apreendidos 9.145 animais, dos quais 5.808 em 2011.
A maioria das ações ocorreu nas feiras de Caxias, Alcântara, Neves, Honório Gurgel e Campo Grande. Havia desde coleiro a mico-leão dourado, além de tartarugas-d’água e araras.
O comandante do batalhão, tenente-coronel André Vidal, disse que a maioria dos animais é trazida de estados do Nordeste e chega às feiras estressada, debilitada e, em muitos casos, dopada e cega. Ele contou que pelo menos 50% não resistem aos maus-tratos e morrem antes de chegar ao Centro de Triagem de Animais Silvestres, em Seropédica.
Hábito incentiva criminosos
Para o superintendente do Ibama, Adilson Gil, a cultura da compra de animais silvestre por parte da população ainda é o grande entrave para o fim da ação dos traficantes.
Ele lembra que há pessoas que acham normal ter em casa um papagaio ou outra espécie qualquer. “Essa questão tem que ser combatida. Se alguém quer ter um animal, que seja um gato ou um cão; jamais um animal silvestre”.
Gil cita, como exemplo da ação dos traficantes, a apreensão, no domingo passado, de um filhote de carcará na feira de Duque de Caxias. “Temos que acabar com as quadrilhas. Para isso, quanto mais órgãos ambientais agindo, melhor”, diz o superintendente.
Cerco aos traficantes de animais começou em 2008
Foi a partir da feira de Duque de Caxias que a regional da Polícia Federal em Nova Iguaçu e o Ministério Público Federal desencadearam, em 2008, a Operação Oxossi. Ela foi responsável pela prisão preventiva de 103 suspeitos de tráfico de animais, incluindo estrangeiros.
Os federais descobriram que os bichos eram levados também para Portugal, Suécia, Alemanha e República Tcheca. A ação, comandada pelo delegado Alexandre Saraiva, e resultou, em agosto de 2011, na condenação,pela Justiça Federal, a dez anos de cadeia, do theco Tomas Novotny, pelos crimes de receptação e contrabando internacional de animais silvestres e formação de quadrilha.
A operação, que chegou a mobilizar 450 agentes em oito estados, além do Rio de Janeiro, prendeu também quatro policiais militares e empregados de empresas de ônibus que transportavam os animais em compartimentos de cargas dos veículos.
Saraiva lembrou que os acusados usavam formas cruéis de captura e transporte, além de confinar centenas de animais em pequenas caixas. E, quando percebiam que seriam alvos de fiscalização, os criminosos se livravam dos animais mutilando suas asas ou dando descarga.
Foram interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça que apontaram a feira de Duque de Caxias como um dos principais pontos de venda de animais silvestres do País. Segundo as investigações, os animais eram capturados no Parque Nacional da Bocaina, em Paraty, e nos estados de Pará, Bahia, Minas Gerais, Paraná e São Paulo.
Clube em Imbariê preserva os curiós.
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Idealizador da Casa do Curió, no distrito de Imbariê, em Duque de Caxias, onde cria 20 fêmeas e dez machos reprodutores, Alexandre Toscano da Silva, 41 anos, caminha em direção oposta à dos traficantes de animais silvestres.
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Autorizado pelo Ibama, desde 2003, ele mantém um criadouro, dotado de maternidade e berçário, em busca da preservação da mais alta linhagem. “Com a simples tarefa de tratar das gaiolas dos curiós da criação do meu pai, aprendi a ter responsabilidade”, conta.
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Ele frisa que seu desejo é despertar nas pessoas a consciência para a necessidade da preservação do curió. Segundo ele, o pássaro faz parte da cultura do país e sofre com a degradação de seu habitat natural..
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Criador precisa se cadastrar.
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Alexandre Toscano explica que o primeiro passo para ser criador legal é o Cadastro Técnico Federal (CTF), que dá direito ao certificado de passeriforme e às anilhas, espécie de certidão. Nelas, consta a data de nascimento, além dos nomes do animal, de seus pais e avós.
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O cadastro para criação amadora é obtido pela Internet, no portal do Ibama. Depois, o interessado deve procurar o órgão para homologação. “A partir daí, o criador deve procurar o pássaro, que precisa ter a procedência legal e receber a anilha com até sete dias de nascido”, explica Toscano, lembrando que carteirinhas de clubes e federações não servem para a fiscalização..
Fonte: "Jornal O Dia"
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sábado, 7 de janeiro de 2012
Sardinhas apreendidas em Niterói são distribuídas na Rocinha e no Vidigal
Rio - Policiais do Batalhão Florestal e do Meio Ambiente (BPFMA) realizaram, na manhã deste sábado, distribuição da uma tonelada de sardinha apreendida na Ilha da Conceição, em Niterói. A ação foi feita na Rocinha e no Vidigal. Cada comunidade recebeu 500 quilos do peixe. A doação foi feita na UPA da Rocinha e na entrada da favela do Vidigal.
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As sardinhas foram apreendidas no início desta manhã por policiais do BPFMA. Os peixes foram pescados durante o período de defeso, o que é proibido. Os suspeitos que estavam com as sardinhas fugiram após a chegada da polícia.
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As sardinhas foram apreendidas no início desta manhã por policiais do BPFMA. Os peixes foram pescados durante o período de defeso, o que é proibido. Os suspeitos que estavam com as sardinhas fugiram após a chegada da polícia.
Fonte: "Jornal O Dia on line"
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